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Cuidados com a Água para consumo humano

Ao utilizar água de poço, rios (que não seja da distribuição pública, ou seja, tratada) ou durante uma inundação é possível que a água e os alimentos não estejam em condições adequadas de consumo, exigindo, desta forma, procedimentos básicos para garantir sua qualidade para o consumo.
Sempre filtre (com filtro doméstico, coador de papel ou pano limpo) e ferva a água antes de beber. A fervura da água elimina bactérias, vírus e parasitas que podem causar doenças; por isso, é o método preferencial para tratamento da água de consumo humano. 
Caso não seja possível ferver, obtenha água de uma fonte que não tenha sido contaminada por esgoto e realize a filtração e coloque hipoclorito de sódio (2,5%).
http://media.fazfacil.com.br/2012/10/mat_agua.gif

Quais são as doenças mais comuns relacionadas com a água contaminada?
  • Intoxicação causadas por agentes químicos;
  • Febre tifóide;
  • Cólera;
  • Hepatite A;
  • Sintomas mais comuns: diarréias, vômitos, febre e dores abdominais.

Utilização do Hipoclorito de sódio 2,5%

A água pode transmitir doenças para as pessoas, especialmente para as crianças. Quando por exemplo, a origem da água é duvidosa ou uma cisterna é mal construída, é necessário protegê-la de possíveis contaminações e ainda desinfetar a água do poço. O melhor desinfetante para a água de consumo humano é o hipoclorito de sódio 2,5% e uma maneira prática de aplicá-lo é através do uso de cloradores por difusão.
O Hipoclorito de sódio 2,5% pode ser comprado nos mercados, quitandas, sacolão ou farmácias.

Preparo de Água para Consumo Humano:

Diluição: 2 gotas de Hipoclorito de sódio 2,5% a cada 1 litro de água filtrada;
  • Deixar repousar por 30 minutos.

CUIDADOS IMPORTANTES:

  1. Ferver a água de 1 a 5 minutos;
  2. Filtre a água e clore a água da parte inferior do filtro adicionando 2 gotas de água sanitária para cada litro de água;
  3. Nunca beber água não potável;
  4. Beber água filtrada e clorada;
  5. Lavar sempre as mãos antes das refeições;
  6. Use um filtro central e clore a água filtrada, no reservatório;
  7. Mantenha o filtro sempre limpo. Use SOMENTE água corrente para lavar as velas dos filtros domésticos, trocando-as quando estiverem gastas;
  8. Para cloração a ser realizada na sua caixa d’água, a mesma deve estar limpa. A aplicação do produto deve ser feita diariamente;
  9. Na cisterna use o clorador por difusão.

Recipientes para armazenamento de água
Diluição: 15ml de Hipoclorito de sódio 2,5% a cada 1 litro de água filtrada
  1. Lavar o recipiente com água e sabão;
  2. Enxaguar o recipiente;
  3. Misture o hipoclorito de sódio (2,5%) com a água (conforme diluição 
  4. acima) e jogue no recipiente; 
  5. Cubra o recipiente e agite a solução para que toque todas as superfícies 
  6. interiores;
  7. Deixe o recipiente coberto por 30 minutos; 
  8. Enxágüe com a água para consumo humano.

Lavagem habitual de frutas, verduras e legumes:
Diluição: 15ml de Hipoclorito de sódio 2,5% a cada 1 litro de água filtrada
  1. Lavar com água para consumo humano e sabão;
  2. Enxaguar com água para consumo humano;
  3. Desinfete usando a solução de hipoclorito de sódio 2,5% e água;
  4. Deixar secar naturalmente.


Embalagens, superfícies, pisos e utensílios domésticos que entraram em contato com a água da enchente:
Diluição: 200ml de Hipoclorito de sódio 2,5% a cada 800ml de água.

  1. Para utensílios: lavar normalmente e depois mergulhar os objetos na solução por uma hora;
  2. Pisos, paredes, bancadas, etc: umidecer um pano na solução e passar nas superfícies e deixar secar naturalmente.

Instruções para limpeza de uma caixa d'água
  1. Feche o registro impedindo que entre água na caixa d'água;
  2. Esvazie a caixa d'água abrindo todas as torneiras da casa;
  3. Quando a caixa estiver quase vazia, tampe as saídas para que a água suja que restou seja usada na limpeza e para que a sujeira não desça pelo cano. Esfregue as paredes e o fundo da caixa;
  4. Use somente panos e escova para a limpeza (nunca use sabão, detergente ou outros produtos de limpeza);
  5. Retire a água e o material que restaram da limpeza usando pá, balde e panos, deixando a caixa totalmente limpa;
  6. Deixe entrar água na caixa até encher, colocando um litro de água sanitária para cada mil litros de água;
  7. Não use de forma alguma esta água nas duas horas seguintes;
  8. Passadas estas duas horas feche o registro ou a bóia de entrada para não entrar água na caixa;
  9. Esvazie a caixa pelas torneiras usando esta água para limpar e desinfetar os canos;
  10. Tampe a caixa para que não entre pequenos animais e poeira;
  11. Anote do lado de fora a data da limpeza;
  12. Finalmente abra a entrada de água. Esta água já pode ser usada.


Água Sanitária: Soluções aquosas à base de hipoclorito de sódio ou cálcio, com teor de cloro ativo entre 2,0 a 2,5% p/p, durante o prazo de validade (máximo de 6 meses). Produto poderá conter apenas hidróxido de sódio ou cálcio, cloreto de sódio ou cálcio e carbonato de sódio ou cálcio como estabilizante. Pode ter ação como alvejante e de desinfetante de uso geral.
Para uso na água de consumo humano é utilizado a água sanitária à base de hipoclorito de sódio.


Você sabia?
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.




FONTE


  • http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/folder/agua_folder_novo.pdf
  • http://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/cuidados_agua_consumo_humano_2011.pdf
  • http://cadernodefarmacia.blogspot.com/2012/12/norma-de-qualidade-da-agua-para-consumo_8150.html
  • http://www.cban.com.br/v2/?p=388
  • http://www.dec.ufcg.edu.br/saneamento/A3.html
  • http://www.ct.gov/dph/lib/dph/drinking_water/pdf/water_boil_faq_brazilian_portuguese.pdf
  • http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Saneantes/Assunto+de+Interesse/Tipos+de+Produto/Agua+Sanitaria
  • http://www.tuasaude.com/hipoclorito-de-sodio/

Prática de Análise granulométrica

A análise granulométrica consiste na determinação das dimensões das partículas que constituem as amostras.
O método de tamisação envolve o uso de um conjunto de tamises padrão compreendendo a faixa de tamanho requerida. Os tamises são sobrepostos em ordem decrescente, o pó é colocado no tamis situado acima, os tamises são submetidos à agitação, a quantidade de pó retida sore cada um deles é pesada e é realizado o cálculo.

Granulometria de 100g de sacarose

Objetivo: Determinação do tamanho das partículas e da sua distribuição em determinado intervalo.

O objetivo da análise granulométrica em farmácia é obter dados quantitativos sobre o tamanho, a distribuição e a forma do fármaco e de outros componentes usados em formulações farmacêuticas.

Materiais e métodos

  • Vidro de relógio 
  • Espátula 
  • Balança semi-analítica de prato largo 
  • Tamis 
  • Gral 
  • Pistilo 
  • Analisador granulométrico
a) Agitador eletromagnético (Analisador granulométrico) e Tamis para análise granulométrica. 
b) Distribuição das partículas nos Tamis. 

Tamis: Formada por uma fina malha, circundada geralmente por bronze ou metal inoxidável por onde passam principalmente pós, com a finalidade de reduzir o tamanho de partícula e produzir pós com tamanhos desejados. A malha do Tamis tem tamanhos definidos, que produzem pós de diferentes tamanhos: Muito Grosso; Grosso; Moderadamente Grosso; Fino e Muito Fino. Ele também pode ser usado para fazer o controle granulométrico de pós.

Procedimento

  1. Pesa-se o Tamis vazio: nº 40, 60, 70, 80, 100. Anote o resultado de cada um; 
  2. Realiza-se 4 pesagens de 25g de sacarose, obtendo 100g ao final do processo; 
  3. Coloca-se 100g de sacarose no gral com pistilo para fazer a trituração; 
  4. Na base, em contato com o analisador granulométrico, coloca-se o coletor e, em seguida, os tamises. Empilhe os tamises em ordem decrescente (nº do Tamis: 100, 80, 70, 60, 40) no analisador granulométrico; 
  5. Coloca-se a sacarose triturada no primeiro Tamis e liga o analisador granulométrico por 30min; 
  6. Decorrido os 30min, desligue o aparelho e retire os tamises em ordem crescente; 
  7. Pesam-se os tamises cheios.


Analisador Granulométrico
Tamis de nº 40 cheio sendo pesado na balança semi-analítica de prato largo 


Tabela de Cálculo

Nº tamis
Abertura de mallha (mm)
Peso tamis pós equipo (g)
Peso tamis vazio (g)
Peso retido (g)
% retido
% retido x abertura de malha
40
425
460,62
426,22
34,4
35,22
14968,5
60
250
436,88
399,10
37,78
38,68
9670
70
212
413,98
400,65
13,33
13,65
2893,8
80
180
401,42
390,82
10,60
10,85
1953
100
150
384,06
382,50
1,56
1,60
240
Peso da amostra
100g


= 97,67
100%
= 29725,3
Peso do coletor

358,11
355,44
2,67



d= 29725,3 / 100 = 297,253 mm( mm por causa da abertura da malha)

Conclusão

As características físico-químicas relacionadas ao fármaco, tais como tamanho de partícula, forma cristalina e solubilidade, podem influenciar significativamente na velocidade de dissolução e biodisponibilidade das formulações farmacêuticas. Além disso, o conhecimento do tamanho e da distribuição do tamanho de partícula é um pré-requisito fundamental para muitas operações de produção e processamento envolvendo sistemas de materiais particulados.

A distribuição do tamanho de partícula influi significativamente em várias etapas da produção como o transporte, compactação, etc. além de afetar microestrutura do material, influenciando na resistência mecânica, na densidade e nas propriedades térmicas e elétricas dos produtos acabados. Portanto a sua determinação é uma etapa crítica em todos os processos que de alguma maneira envolvam materiais na forma de pós. Caso realizada incorretamente podem ser geradas perdas econômicas decorrentes de produtos de baixa qualidade.

A determinação de valores exatos de tamanho de partícula é extremamente difícil e encontra obstáculos diferentes para cada uma das técnicas. Por esta razão, para medidas de controle de processo a reprodutibilidade passa a ser mais importante; porém no desenvolvimento de novos produtos, a exatidão da análise pode ser fundamental.

Como cada técnica de análise é baseada em princípios físicos diferentes, os resultados obtidos por estas análises podem também ser diferentes. Além disso, os fabricantes de equipamentos de análise usam projetos de construção distintos, o que também pode acarretar em resultados diferentes mesmo entre equipamentos que utilizam o mesmo princípio físico básico.

Fonte

  • Formas farmacêuticas e sistema de liberação de fármacos. Loyd V. Allen Jr et al. 8ª ed. - Porto Alegre: Artmed, 2007. 
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Tamis 
  • http://farmacotecnico.blogspot.com.br/2009/04/granulometria.html

Precisão e Exatidão

Refere-se a todo procedimento em que se mede o volume de um reagente, que é usado para reagir com um analito. Em alguns casos estes termos possuem o mesmo significado, mas no trabalho de análise química são diferentes e precisam estar acompanhados um do outro. Um método, ou uma análise que não contenha erros sistemáticos é dita exata, isto é, seus resultados refletem perfeitamente o valor real do componente em estudo. Mas para que esta análise seja considerada precisa, é necessário que haja uma repetibilidade de seus resultados. Então, uma análise ou um método será exato e preciso quando seus resultados forem corretos e se repetirem, confirmando a realidade de seus dados.

Precisão: 
É uma medida da reprodutibilidade de um resultado. É o grau de variação das medidas que você faz. Ou seja, se você tirar 10 medidas com cada um de dois equipamentos diferentes, o que apresentar menos medidas diferentes é o que terá maior precisão. Ex. se uma grandeza for medida várias vezes e os valores forem muito próximos uns dos outros, a medida é precisa. 


Exatidão: 
Se refere a quão próximo um valor de uma medida está do “valor real”. 
É quando a medida se aproxima da realidade, ou seja, a parte que é constante no erro. Por exemplo, se você tem uma diferença de 2 milímetros em uma régua, com relação ao valor exato, você terá um erro sistemático de 2 milímetros em todas as medidas (desvio máximo do valor exato). Esse valor fornece a exatidão da régua.

Um dado constituinte em um mesmo material é determinado por três métodos diferentes, (a), (b), e (c), onde foram feitas 5 medidas em cada método.


Exemplo: 

  • Você tem que pesar 1g de uma substância, mas ao colocar na balança o produto, você pesou 0,999g. Esse valor foi preciso mas não exato.
  • Ao pesar uma massa de 1 kg, toda vez que for pesada poderá dar um resultado igual a 985g até 1005g, ou seja, ela terá uma precisão 99,5 %.

Resumindo: precisão é a capacidade da balança em fornecer resultados reprodutíveis, mesmo que não sejam corretos e; exatidão é a capacidade que a balança tem de fornecer resultados corretos. Uma boa balança, ou qualquer outro instrumento de medição,  deve ser precisa e exata.


Fonte

  • Análise Química Quantitativa. Harris, Daniel C. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 
  • http://www.infoescola.com/quimica/precisao-e-exatidao-na-quimica-analitica/ 
  • https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:zmuzUQIsg-oJ:www.cpact.embrapa.br/eventos/2010/met/palestras/26/261010_PALESTRA3_ADRIANE_NUNES.pdf+&hl=pt&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESjiIcJIFi2b_eDVcqPjOxCh4cyRNZzeBDiU-Jc8KWTYkZ3xKgtaeK6md3eVZWBH8OQMWFLT9VKKjm_kj1N5IJOK2JJz5MeQsMU2zxfAp4LGetJK9jbxyADVqgMF24Zp5qOdKnvn&sig=AHIEtbTySIVoMfKsdYqIC1d_-Nc6U754Qg

Vias de Administração de medicamentos

A via de administração é o caminho pelo qual um fármaco é colocado em contato com o organismo. Várias vias de administração envolvem um processo de absorção no qual o fármaco precisa cruzar uma ou mais membranas tissulares antes de entrar na corrente sanguínea. A via intravenosa é uma exceção, porque o fármaco é colocado diretamente na circulação. Quando administrada subcutânea ou intramuscularmente, a maioria dos fármacos podem entrar na circulação através de aberturas ou fenestras nas paredes capilares e não penetrar membrana alguma. As vias de administração de fármacos podem ser divididas em:

  • Tópica: efeito local; a substância é aplicada diretamente onde se deseja sua ação ou seja, quando se deseja efeito local.
  • Trato gastro-intestinal: efeito sistêmico (não local); recebe-se a substância via trato digestivo
  • Parenteral: efeito sistêmico; recebe-se a substância por outra forma que não pelo trato digestivo.
  • Outras vias
Tópica
  • Epidérmica (aplicação sobre a pele), p. ex. teste de alergia, anestesia local tópica
  • Inalável, p. ex. medicamentos para asma
  • Enema, p. ex. meio de contraste para imagem digestiva
  • Colírios (sobre a conjuntiva), p. ex. antibióticos para conjuntivite
  • Gotas otológicas, como antibióticos e corticoides para otite externa

Trato Gastro-intestinal (TGI)
  • Via oral: pela boca (oralmente). Ex.: Comprimidos, cápsulas, soluções, suspensões. Como a administração oral de medicamentos é segura, mais conveniente e menos dispendiosa, a maior parte das medicações é normalmente administrada por esta via. As medicações orais são algumas vezes prescritas em doses maiores que seus equivalentes parenterais, porque após absorção através do trato gastrointestinal, elas são imediatamente metabolizadas no fígado antes de atingir a circulação sistêmica, diminuindo assim efeitos adversos (CASTRO & COSTA, 1999). A administração oral é contraindicada em pacientes inconscientes, náuseas e vômitos, bem como naqueles incapazes de engolir. Pode ser também por tubo gástrico, tubo de alimentação duodenal ou gastrostomia, diversos fármacos e nutrição enteral.
  • Via Sublingual: Permite a retenção do fármaco por tempo mais prolongado. Propicia absorção rápida de pequenas doses de alguns fármacos, devido ao suprimento sanguíneo e a pouca espessura da mucosa absortiva, permitindo a absorção direta na corrente sanguínea. O dinitrato de Isossorbida (5mg) é uma medicação administrada via sublingual em casos de Crise de Angina do Peito, situação de emergência que pode acometer alguns pacientes durante uma intervenção odontológica. As formas farmacêuticas são geralmente comprimidos que devem ser dissolvidos inteiramente pela saliva, não devendo ser deglutidos.
  • Via Retal: É utilizada em pacientes que apresentam vômitos, estão inconscientes ou não sabem deglutir. As formas farmacêuticas empregadas são soluções, suspensões e supositórios. Suas maiores limitações de uso são incomodidade de administração, possibilidade de efeitos irritativos para a mucosa e absorção errática devido à pequena superfície absorciva e incerta retenção no reto.

Parenteral
O termo parenteral provém do grego “para” (ao lado) e “enteros” (tubo digestivo), significando a administração de medicamentos “ao lado do tubo digestivo” ou sem utilizar o trato gastrointestinal (CASTRO & COSTA, 1999). Esta via é indicada para administração de medicamentos a pacientes inconscientes, com distúrbios gastrointestinais e nos pacientes impossibilitados de engolir. É indicada ainda quando se espera uma ação mais rápida, na administração de medicamentos que se tornam ineficientes em contato com o suco digestivo (HORTA et al, 1973)
  • Injeção intravenosa (na veia), p. ex. várias drogas, nutrição parenteral total
  • Injeção intra-arterial (na artéria), p. ex. drogas vasodilatadoras para o tratamento de vasoespasmos e fármacos trombolíticas para o tratamento de embolia
  • Injeção intramuscular (no músculo), p. ex. várias vacinas, antibióticos e agentes psicoativos de longa duração.
  • Injeção intracardíaca (diretamente no músculo cardíaco). É uma técnica médica reservada para emergências. Consiste em administrar medicação diretamente no coração. Ex.: Epinefrina na parada cardíaca;
  • Injeção subcutânea (sob a pele), p. ex. insulina
  • Infusão intraóssea (na medula óssea) é um acesso intravenoso indireto porque a medula óssea acaba no sistema circulatório. Esta via é usada ocasionalmente para fármacos e fluidos na medicina de emergência e na pediatria, quando o acesso intravenoso é difícil
  • Injeção intradérmica, (na própria pele) é usada para teste de pele de alguns alergênicos e também para tatuagens
  • Injeção intraperitoneal, (no peritônio) é predominantemente usada na medicina veterinária e no teste de animais para a administração de medicamentos sistêmicos e fluidos, devido à facilidade de administração comparada com outros métodos parenterais.
  • Epidural (sinônimo: peridural) (injeção ou infusão no espaço epidural). Ex. anestesia epidural
  • Intratecal (injeção ou infusão no fluido cerebroespinhal), p. ex. antibióticos, anestesia espinhal ou anestesia geral

Outras vias
  • Transdérmica (difusão através da pele intacta) Podendo ser local ou sistêmico, p. ex. emplastro de opioide transdérmico para terapia da dor
  • Transmucosa (difusão através de uma membrana mucosa), p. ex. inalação de cocaína, nitroglicerina sublingual.
  • Trato respiratório: Inalável, p. ex. inalação de anestésicos.
  • Intraperitoneal (infusão ou injeção na cavidade peritoneal), p. ex. diálise peritoneal
  • Trato Genito-urinário: Vaginal e uretral

Leia mais:

NAME
DEFINITION
SHORT NAME
FDA CODE
NCI CONCEPT ID
AURICULAR (OTIC)
Administration to or by way of the ear.
OTIC
013
C38192
BUCCAL
Administration directed toward the cheek, generally from within the mouth.
BUCCAL
030
C38193
CONJUNCTIVAL
Administration to the conjunctiva, the delicate membrane that lines the eyelids and covers the exposed surface of the eyeball.
CONJUNC
068
C38194
CUTANEOUS
Administration to the skin.
CUTAN
130
C38675
DENTAL
Administration to a tooth or teeth.
DENTAL
038
C38197
ELECTRO-OSMOSIS
Administration of through the diffusion of substance through a membrane in an electric field.
EL-OSMOS
357
C38633
ENDOCERVICAL
Administration within the canal of the cervix uteri.  Synonymous with the term intracervical..
E-CERVIC
131
C38205
ENDOSINUSIAL
Administration within the nasal sinuses of the head.
E-SINUS
133
C38206
ENDOTRACHEAL
Administration directly into the trachea.
E-TRACHE
401
C38208
ENTERAL
Administration directly into the intestines.
ENTER
313
C38209
EPIDURAL
Administration upon or over the dura mater.
EPIDUR
009
C38210
EXTRA‑AMNIOTIC
Administration to the outside of the membrane enveloping the fetus
X-AMNI
402
C38211
EXTRACORPOREAL
Administration outside of the body.
X-CORPOR
057
C38212
HEMODIALYSIS
Administration through hemodialysate fluid.
HEMO
140
C38200
INFILTRATION
Administration that results in substances passing into tissue spaces or into cells.
INFIL
361
C38215
INTERSTITIAL
Administration to or in the interstices of a tissue.
INTERSTIT
088
C38219
INTRA-ABDOMINAL
Administration within the abdomen.
I-ABDOM
056
C38220
INTRA-AMNIOTIC
Administration within the amnion.
I-AMNI
060
C38221
INTRA-ARTERIAL
Administration within an artery or arteries.
I-ARTER
037
C38222
INTRA-ARTICULAR
Administration within a joint.
I-ARTIC
007
C38223
INTRABILIARY
Administration within the bile, bile ducts or gallbladder.
I-BILI
362
C38224
INTRABRONCHIAL
Administration within a bronchus.
I-BRONCHI
067
C38225
INTRABURSAL
Administration within a bursa.
I-BURSAL
025
C38226
INTRACARDIAC
Administration with the heart.
I-CARDI
027
C38227
INTRACARTILAGINOUS
Administration within a cartilage; endochondral.
I-CARTIL
363
C38228
INTRACAUDAL
Administration within the cauda equina.
I-CAUDAL
413
C38229
INTRACAVERNOUS
Administration within a pathologic cavity, such as  occurs in the lung in tuberculosis.
I-CAVERN
132
C38230
INTRACAVITARY
Administration within a non-pathologic cavity, such as that of the cervix, uterus, or penis, or such as that which is formed as the result of a wound.
I-CAVIT
023
C38231
INTRACEREBRAL
Administration within the cerebrum.
I-CERE
404
C38232
INTRACISTERNAL
Administration within the cisterna magna cerebellomedularis.
I-CISTERN
405
C38233
INTRACORNEAL
Administration within the cornea (the transparent structure forming the anterior part of the fibrous tunic of the eye).
I-CORNE
406
C38234
INTRACORONAL, DENTAL
Administration of a drug within a portion of a tooth which is covered by enamel and which is separated from the roots by a slightly constricted region known as the neck.
I-CORONAL
117
C38217
INTRACORONARY
Administration within the coronary arteries.
I-CORONARY
119
C38218
INTRACORPORUS CAVERNOSUM
Administration within the dilatable spaces of the corporus cavernosa of the penis.
I-CORPOR
403
C38235
INTRADERMAL
Administration within the dermis.
I-DERMAL
008
C38238
INTRADISCAL
Administration within a disc.
I-DISCAL
121
C38239
INTRADUCTAL
Administration within the duct of a gland.
I-DUCTAL
123
C38240
INTRADUODENAL
Administration within the duodenum.
I-DUOD
047
C38241
INTRADURAL
Administration within or beneath the dura.
I-DURAL
052
C38242
INTRAEPIDERMAL
Administration within the epidermis.
I-EPIDERM
127
C38243
INTRAESOPHAGEAL
Administration within the esophagus.
I-ESO
072
C38245
INTRAGASTRIC
Administration within the stomach.
I-GASTRIC
046
C38246
INTRAGINGIVAL
Administration within the gingivae.
I-GINGIV
307
C38247
INTRAILEAL
Administration within the distal portion of the small intestine, from the jejunum to the cecum.
I-ILE
365
C38249
INTRALESIONAL
Administration within or introduced directly into a localized lesion.
I-LESION
042
C38250
INTRALUMINAL
Administration within the lumen of a tube.
I-LUMIN
310
C38251
INTRALYMPHATIC
Administration within the lymph.
I-LYMPHAT
352
C38252
INTRAMEDULLARY
Administration within the marrow cavity of a bone.
I-MEDUL
408
C38253
INTRAMENINGEAL
Administration within the meninges (the three membranes that envelope the brain and spinal cord).
I-MENIN
409
C38254
INTRAMUSCULAR
Administration within a muscle.
IM
005
C28161
INTRAOCULAR
Administration within the eye.
I-OCUL
036
C38255
INTRAOVARIAN
Administration within the ovary.
I-OVAR
354
C38256
INTRAPERICARDIAL
Administration within the pericardium.
I-PERICARD
314
C38257
INTRAPERITONEAL
Administration within the peritoneal cavity.
I-PERITON
004
C38258
INTRAPLEURAL
Administration within the pleura.
I-PLEURAL
043
C38259
INTRAPROSTATIC
Administration within the prostate gland.
I-PROSTAT
061
C38260
INTRAPULMONARY
Administration within the lungs or its bronchi.
I-PULMON
414
C38261
INTRASINAL
Administration within the nasal or periorbital sinuses.
I-SINAL
010
C38262
INTRASPINAL
Administration within the vertebral column.
I-SPINAL
022
C38263
INTRASYNOVIAL
Administration within the synovial cavity of a joint.
I-SYNOV
019
C38264
INTRATENDINOUS
Administration within a tendon.
I-TENDIN
049
C38265
INTRATESTICULAR
Administration within the testicle.
I-TESTIC
110
C38266
INTRATHECAL
Administration within the cerebrospinal fluid at any level of the cerebrospinal axis, including injection into the cerebral ventricles.
IT
103
C38267
INTRATHORACIC
Administration within the thorax (internal to the ribs); synonymous with the term endothoracic.
I-THORAC
006
C38207
INTRATUBULAR
Administration within the tubules of an organ.
I-TUBUL
353
C38268
INTRATUMOR
Administration within a tumor.
I-TUMOR
020
C38269
INTRATYMPANIC
Administration within the aurus media.
I-TYMPAN
366
C38270
INTRAUTERINE
Administration within the uterus.
I-UTER
028
C38272
INTRAVASCULAR
Administration within a vessel or vessels.
I-VASC
021
C38273
INTRAVENOUS
Administration within or into a vein or veins.
IV
002
C38276
INTRAVENOUS BOLUS
Administration within or into a vein or veins all at once.
IV BOLUS
138
C38274
INTRAVENOUS DRIP
Administration within or into a vein or veins over a sustained period of time.
IV DRIP
137
C38279
INTRAVENTRICULAR
Administration within a ventricle.
I-VENTRIC
048
C38277
INTRAVESICAL
Administration within the bladder.
I-VESIC
128
C38278
INTRAVITREAL
Administration within the vitreous body of the eye.
I-VITRE
311
C38280
IONTOPHORESIS
Administration by means of an electric current where ions of soluble salts migrate into the tissues of the body.
ION
055
C38203
IRRIGATION
Administration to bathe or flush open wounds or body cavities.
IRRIG
032
C38281
LARYNGEAL
Administration directly upon the larynx.
LARYN
364
C38282
NASAL
Administration to the nose; administered by way of the nose.
NASAL
014
C38284
NASOGASTRIC
Administration through the nose and into the stomach, usually by means of a tube.
NG
071
C38285
NOT APPLICABLE
Routes of administration are not applicable.
NA
312
C48623
OCCLUSIVE DRESSING TECHNIQUE
Administration by the topical route which is then covered by a dressing which occludes the area.
OCCLUS
134
C38286
OPHTHALMIC
Administration  to the external eye.
OPHTHALM
012
C38287
ORAL
Administration to or by way of the mouth.
ORAL
001
C38288
OROPHARYNGEAL
Administration directly to the mouth and pharynx.
ORO
410
C38289
OTHER
Administration is different from others on this list.
OTHER
135
C38290
PARENTERAL
Administration by injection, infusion, or implantation.
PAREN
411
C38291
PERCUTANEOUS
Administration through the skin.
PERCUT
113
C38676
PERIARTICULAR
Administration around a joint.
P-ARTIC
045
C38292
PERIDURAL
Administration to the outside of the dura mater of the spinal cord..
P-DURAL
050
C38677
PERINEURAL
Administration surrounding a nerve or nerves.
P-NEURAL
412
C38293
PERIODONTAL
Administration around a tooth.
P-ODONT
040
C38294
RECTAL
Administration to the rectum.
RECTAL
016
C38295
RESPIRATORY (INHALATION)
Administration within the respiratory tract by inhaling orally or nasally for local or systemic effect.
RESPIR
136
C38216
RETROBULBAR
Administration behind the pons or behind the eyeball.
RETRO
034
C38296
SOFT TISSUE
Administration into any soft tissue.
SOFT TIS
109
C38198
SUBARACHNOID
Administration beneath the arachnoid.
S-ARACH
066
C38297
SUBCONJUNCTIVAL
Administration beneath the conjunctiva.
S-CONJUNC
096
C38298
SUBCUTANEOUS
Administration beneath the skin; hypodermic.  Synonymous with the term SUBDERMAL.
SC
003
C38299
SUBLINGUAL
Administration beneath the tongue.
SL
024
C38300
SUBMUCOSAL
Administration beneath the mucous membrane.
S-MUCOS
053
C38301
TOPICAL
Administration to a particular spot on the outer surface of the body.  The E2B term TRANSMAMMARY is a subset of the term TOPICAL.
TOPIC
011
C38304
TRANSDERMAL
Administration through the dermal layer of the skin to the systemic circulation by diffusion.
T-DERMAL
358
C38305
TRANSMUCOSAL
Administration across the mucosa.
T-MUCOS
122
C38283
TRANSPLACENTAL
Administration through or across the placenta.
T-PLACENT
415
C38307
TRANSTRACHEAL
Administration through the wall of the trachea.
T-TRACHE
355
C38308
TRANSTYMPANIC
Administration across or through the tympanic cavity.
T-TYMPAN
124
C38309
UNASSIGNED
Route of administration has not yet been assigned.
UNAS
400
C38310
UNKNOWN
Route of administration is unknown.
UNKNOWN
139
C38311
URETERAL
Administration into the ureter.
URETER
112
C38312
URETHRAL
Administration into the urethra.
URETH
017
C38271
VAGINAL
Administration into the vagina.
VAGIN
015
C38313

Fonte
  • http://www.fda.gov/Drugs/DevelopmentApprovalProcess/FormsSubmissionRequirements/ElectronicSubmissions/DataStandardsManualmonographs/ucm071667.htm
  • http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAks4AH/vias-admistracao-medicamentos
  • http://www.oocities.org/veterinariobr/materias/farmacologia/viasdeadministracao.htm